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Tema-problema 7.1 - Cultura Global ou Globalização de Culturas?

A globalização é um fenómeno mundial, que afecta as pessoas em todos os domínios das suas vidas: desde manhã, ao tomar o pequeno-almoço, até à noite, ao assistir ao noticiário na televisão. Todos nós somos influenciados pelo que acontece nos outros países e podemos conhecer em tempo real esses acontecimentos.A Internet é uma janela aberta para o mundo, que funciona nos dois sentidos. O conhecimento dos outros é tão possível como a divulgação de nós próprios. Mas a globalização também contém novos perigos: as epidemias propagam-se mais rapidamente e mais profundamente; os problemas globais são os nossos próprios problemas.

Neste tema-problema analisam-se os diferentes entendimentos sobre o conceito de globalização; as suas etapas e factores de aceleração; as modificações económicas, sociais, políticas e culturais; o papel determinante das novas tecnologias da informação e da comunicação; as desigualdades e os riscos globais.


BEM VINDOS À GLOBALIZAÇÃO!


O oculto por trás daquilo que compramos.


Campanha "Change your shoes"






As manhãs de Sofia


07:00 – O rádio despertador, fabricado no Japão, toca no quarto da Sofia, acordando-a. À medida que vai despertando, Sofia pensa nas aulas que hoje vai ter na escola. Ela não pensa em Guglielmo Marconi, da Itália, que patenteou o rádio. E ela não sabe que a primeira transmissão experimental de rádio se realizou nos EUA em 1906.

Sofia veste-se, vai para a cozinha e faz um sumo de laranja utilizando um concentrado congelado, processo este desenvolvido nos EUA durante os anos 40. Este fruto já era muito popular na China antiga.

A mãe de Sofia usa um moinho para moer café vindo do Brasil. A primeira versão desta máquina foi inventada nos EUA em 1930 (antes disso, as pessoas usavam moinhos manuais, que datam de 1800). É ainda a mãe que coloca o café moído no filtro, em forma de cone, inventado na Alemanha por volta de 1900.

Ao pequeno-almoço, Sofia come uma tijela de flocos Kellogg, nome da família americana que desenvolveu este produto na década de 1890. Enquanto come, o pai dá uma vista de olhos pelo jornal (os primeiros jornais semanais apareceram na Alemanha, no início de 1800)

 Depois de tomar o pequeno-almoço, Sofia vai escovar os dentes (os chineses afirmam que foram os inventores da escova de dentes em 1400). Depois de escovar os dentes, Sofia despede-se do pai, que está a fazer a barba com  um aparelho  de barbear, patenteado em 1901 por um vendedor americano. As primeiras máquinas de barbear surgiram em França, por volta de 1800. Séculos antes, as pessoas usavam conchas e dentes de tubarão para se barbearem.

Sofia apanha a mochila e a maleta do saxofone ( inventado na Bélgica, em 1840,  por Adolphe Sax) para a aula de música da Academia. Coloca o seu Walkman, desenvolvido no Japão na década de 1970. Enquanto a mãe não está a olhar, coloca uma chiclete na boca. A goma de mascar é utilizada desde os tempos antigos. Os índios do México  mastigavam chicle, uma substância extraída da árvore sapodilla.

A chuva começa a cair assim que Sofia sai de casa. Ela volta atrás para apanhar o guarda chuva, que foi fabricado em Taiwan. O guarda chuva tem um longo passado. Aparece em obras de arte do antigo Egipto, sendo utilizado em todo o mundo.

Já cá fora, Sofia atravessa a rua quando o semáforo fica verde. O primeiro sinal de tráfego foi instalado em Londres, capital do Reino Unido,  junto ao edifício do Parlamento. Os actuais semáforos foram inventados no início do séc. XX.

A estrada, lisa e sólida, que Sofia atravessa, é pavimentada com macadame, uma substância desenvolvida pelo engº inglês John MacAdam. Sofia espera alguns minutos pelo autocarro que a irá levar à escola. A primeira linha de autocarros foi criada em Paris, no ano de 1600, mas não durou muito. Só em 1800 apareceram os primeiros transportes públicos, puxados por cavalos, que começaram a fazer parte do dia a dia de cidades como Paris, Londres e Nova Yorque.

Sofia sobe para o autocarro, mostra o passe ao condutor e dirige-se para a escola. 


OS HOMENS QUE RECOLHEM OS MINERAIS RAROS QUE FAZEM FUNCIONAR OS NOSSOS IPHONE

De onde vêm os iPhone?

Num canto esquecido da República Democrática do Congo, perto da fronteira com o Ruanda, Uganda e Burundi, esconde-se o mineral raro que permite parte do estilo de vida glamouroso do século XXI: os nossos iPhone e outros gadgets e smartphones.

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O Halloween é uma importação mas foi criado na Europa há 2000 anos.

FONTE: http://expresso.sapo.pt/o-halloween-e-uma-importacao-mas-foi-criado-na-europa-ha-2000-anos-e-esta-hein=f895939#ixzz3HiOiyle2

Data: 31-10-2014

As casas ficam assombradas, os fantasmas ganham vida, as bruxas saem à rua e os vampiros saltam do caixão. Tudo se junta naquela que é a noite mais assustadora do ano. Ou isto ou comem-se guloseimas, pregam-se partidas e contam-se histórias de terror. Mais Halloween e menos pão por Deus, num fenómeno a que chamam de "aculturação".  

No universo das histórias de terror, é na noite desta sexta-feira que tudo ganha forma e volta à ação. Naquela que é considerada, nos Estados Unidos, a segunda comemoração com mais adesão, a seguir ao Natal, o Halloween conquista cada vez mais território e mais participantes. A tradição já não é, definitivamente, o que era. Em Portugal, e principalmente nas grandes cidades, o pão por Deus foi substituído pela típica questão americana: "doçura ou travessura?".

Mas vamos recuar no tempo. A história desta noite especial, muito antes de pertencer aos vampiros e às bruxas, teve origem celta, há dois mil anos. De 30 de outubro a 2 de novembro, os povos celtas comemoravam o fim do verão numa celebração chamada Stamhain, cujo significado é literalmente 'fim do verão'. Reza a lenda que na noite do dia 30 de outubro os mortos voltavam a povoar a terra e personificavam a figura do fantasma. O objetivo era que os familiares dos mortos deixassem à porta de casa comida e bebida para a receção dos espíritos. Numa noite em que os que se atreviam só saiam de casa se estivessem mascarados de fantasma para conseguir passar despercebido entre eles.

Mais tarde, a Igreja Católica substituiu o Stamhain pelo Dia de Todos os Santos, 1 de novembro. E a noite de dia 31 tornou-se no "All Hallows Eve", ou seja, noite de todos os santos. "É uma tradição que viajou do norte da Europa para a América. A Europa tem a base cultural, as tradições, os espíritos, toda a cultura celta", diz ao Expresso o padre António Fontes.

(...)

Jean-Martin Rabot, docente de Sociologia da Universidade do Minho, considera que a apropriação do Halloween é um resultado da globalização que o mundo tem vindo a registar. "Há uma adaptação constante e uma apropriação de elementos culturais alheios à nossa própria tradição. Num mundo globalizado as fronteiras diluem-se, as identidades tornam-se móveis e os povos adaptam-se facilmente aos costumes dos outros povos", afirma.

(...)

O sociólogo Jean Rabot defende que "cada país adapta a festa à sua maneira" e que, a incorporação de fenómenos internacionais em nada excluem o que é nacional, "a globalização contribuiu para o renascer das tradições locais, até porque se tornam conhecidas pelo resto do mundo".

Por isso, esta noite mascare-se, saia à rua, pregue partidas e implore por guloseimas. Se faz sentido? Não interessa. Como lembra Robot, "também existe o Macdonalds e a Coca-Cola, a pureza cultural nunca existiu, as culturas são o resultado da confluência de vários povos, várias tradições, línguas e crenças religiosas".

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-halloween-e-uma-importacao-mas-foi-criado-na-europa-ha-2000-anos-e-esta-hein=f895939#ixzz3HiPrPs2z


Conceito de Globalização

Wikipédia

Starbucks
Empresas – Presença Mundial
Allianz

Coca Cola/Pepsi

  FIAT

 General Motors     

  McDonald’s

 Nissan

  Peugeot - Citroën     

  Renault

  Santander

  Lista de empresas multinacionais   

  Etapas da internacionalização da produção

   Globalização ontem e hoje

  História da globalização

Globalização

O que é a globalização

Os direitos humanos e a globalização

Artigo da BBC: Globalização


CHINA BLUE

(Doumentário)

Filmado clandestinamente numa fábrica de jeans no sul da China, onde Jasmine, de 17 anos de idade, e seus amigos, trabalham contra o relógio por meia dúzia de tostões 

por dia.CHINA BLUE revela o que as empresas internacionais de confecção não querem que os seus clientes vejam: como as roupas que usam e compram são realmente feitas.


IKEA - O pedido de desculpas

Greenpeace expõe químicos tóxicos com fotos de moda


A globalização na música

O Mundo - Lenine e Paulinho Moska, participação especial: Zeca Baleiro e Chico César

O Mundo

O mundo é pequeno prá caramba
Tem alemão, italiano, italiana
O mundo, filé à milanesa
Tem coreano, japonês, japonesa...

O mundo é uma salada russa
Tem nego da Pérsia
Tem nego da Prússia
O mundo é uma esfiha de carne
Tem nego da Zâmbia Tem nego do Zaire..
.

O mundo é azul lá de cima
O mundo é vermelho na China
O mundo tá muito gripado
Açúcar é doce
O sal é salgado...

O mundo caquinho de vidro
Tá cego do olho
Tá surdo do ouvido
O mundo tá muito doente
O homem que mata
O homem que mente...

Por que você me trata mal?
Se eu te trato bem!
Por que você me faz o mal?
Se eu só te faço bem!...(2x)

O mundo é pequeno pra caramba
Tem alemão, italiano, italiana
O mundo, filé à milanesa
Tem coreano, japonês, japonesa...

O mundo é uma salada russa
Tem nêgo da Pérsia
Tem nêgo da Prússia
O mundo é uma esfiha de carne
Tem nêgo da Zâmbia
Tem nêgo do Zaire...

O mundo é azul lá de cima
O mundo é vermelho na China
O mundo tá muito gripado
Açúcar é doce
O sal é salgado...

O mundo caquinho de vidro
Tá cego do olho
Tá surdo do ouvido
O mundo tá muito doente
O homem que mata
O homem que mente...

Por que você me trata mal?
Se eu te trato bem!
Por que você me faz o mal?
Se eu só te faço bem!...(2x)

Todos somos filhos de Deus
Todos somos filhos de Deus
Só não falamos
As mesmas línguas...(4x)

Everybody filhos de God
Everybody filhos de God
Só não falamos
As mesmas línguas...

Everybody filhos de Gandhi
Everybody filhos de Gandhi
Só não falamos
As mesmas línguas...

Fundo europeu ajudou mais de 15 mil desempregados em 2012. Portugal não se candidatou.


14-11-2013 14:03
UE investiu mais de 73 milhões para auxiliar trabalhadores em 11 Estados-membros.
Fonte do Governo diz que mudanças na configuração do fundo justificam a inexistência de candidaturas portuguesas.

A União Europeia ajudou no ano passado cerca de 15.700 trabalhadores despedidos. Portugal não foi

abrangido pelos apoios, porque não apresentou qualquer candidatura ao fundo europeu de ajustamento à globalização (FEG), que disponibilizou as verbas.
Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=129279